sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Olhe dentro de si
Você vê nos outros o que tem em si.
Os mentirosos vêem a mentira, os maldosos, o mal,
os violentos, a violência e os bondosos, a bondade.
Enxergue-se como pessoa de muitas qualidades.
Reconheça-se bom e feliz.
Assim você será levado a ver
as mesmas qualidades nos outros.
Se se apegar aos seus defeitos, será tentado
a se apegar aos defeitos dos outros.
Procurar as qualidades guardadas dentro
de si é uma forma de ajudar os outros.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Amigo
"Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra «amigo».
«Amigo» é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
«Amigo» (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
«Amigo» é o contrário de inimigo!
«Amigo» é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada.
«Amigo» é a solidão derrotada!
«Amigo» é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa!"
Inaugurámos a palavra «amigo».
«Amigo» é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
«Amigo» (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
«Amigo» é o contrário de inimigo!
«Amigo» é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada.
«Amigo» é a solidão derrotada!
«Amigo» é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa!"
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
O PREÇO DE UM SORRISO
Pesseio nas calçadas noturnas,
Vejo corpos deitados em folhas de jornais
Olho o vento na praia brincando com areia nas dunas
E me pergunto, aonde mora a paz?
Talvez more nas calçadas!
Ou quem sabe debaixo das pontes.
Tento entender essa criançada
E traço sua linha do horizonte
Em meio a tantos corpos.
Uma voz cansada me sai do escuro
-Talvez você me ache um louco mas se você me responder, saio de traz desse muro! Quanto vale um sorriso?
Me perguntou a voz muito baixinho.
Falei que não há preço para um sorriso.
E ele estendeu um dedinho:
-Vês! Quantos sorrisos tem nesse pedaço de chão?
Olhei ao meu redor, e vi apenas três ou quatro crianças
Acendeu a luz o menino então me respondeu, é aqui que mora a esperança
Por segundos meus olhos foram se enchendo
E transbordou em lagrimas meu rosto
Um sentimento de revolta em mim foi crescendo
E em minha boca, senti o sabor, com um amargo gosto
Então me sorriu o menino
O mais belos dos sorrisos que um dia eu vi
Na igreja tocava o sino
E eu me pus a sorrir
Dei meu preço a um sorriso
Por tantas vezes que deixei de sorrir
Paguei o menino, mas me falou que não era preciso
e disse-me algo que não entendi
tornei a lhe perguntar e, ele apenas apontou pra um canto
disse-me, que ali morava a esperança, mas a dor se fazia presente em meu pranto…
Vejo corpos deitados em folhas de jornais
Olho o vento na praia brincando com areia nas dunas
E me pergunto, aonde mora a paz?
Talvez more nas calçadas!
Ou quem sabe debaixo das pontes.
Tento entender essa criançada
E traço sua linha do horizonte
Em meio a tantos corpos.
Uma voz cansada me sai do escuro
-Talvez você me ache um louco mas se você me responder, saio de traz desse muro! Quanto vale um sorriso?
Me perguntou a voz muito baixinho.
Falei que não há preço para um sorriso.
E ele estendeu um dedinho:
-Vês! Quantos sorrisos tem nesse pedaço de chão?
Olhei ao meu redor, e vi apenas três ou quatro crianças
Acendeu a luz o menino então me respondeu, é aqui que mora a esperança
Por segundos meus olhos foram se enchendo
E transbordou em lagrimas meu rosto
Um sentimento de revolta em mim foi crescendo
E em minha boca, senti o sabor, com um amargo gosto
Então me sorriu o menino
O mais belos dos sorrisos que um dia eu vi
Na igreja tocava o sino
E eu me pus a sorrir
Dei meu preço a um sorriso
Por tantas vezes que deixei de sorrir
Paguei o menino, mas me falou que não era preciso
e disse-me algo que não entendi
tornei a lhe perguntar e, ele apenas apontou pra um canto
disse-me, que ali morava a esperança, mas a dor se fazia presente em meu pranto…
Carlos Alberto
Bebeto
domingo, 9 de janeiro de 2011
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